Realizamos na aula do dia 24/02/2011 um debate com o seguinte tema: "Funcionário que chegava constantemente atrasado". Cada um expressou a sua opinião e, como é lógico, resultaram opiniões diferentes. Aqui ficam algumas das principais ideias do debate.
O líder deveria tomar medidas para que esta situação não se repetisse (passar bem a mensagem, motivar,etc);
Deveriam transmitir ao trabalhador uma ideia de Valores - algo que o mesmo não deverá entender;
O líder deverá ter algumas facetas, para se poder adaptar as diferentes situações;
Dificuldade em separar a relação trabalho com a relação pessoal;
O líder deveria perceber o porquê do colaborador chegar atrasado para tomar medidas, sobre a situação;
Alguns dizem que o líder deveria ser um exemplo para os seus colaboradores;
Conclusão:
Todos concordam que seria um caso perdido e que partiria do líder fazer com que ele se mudasse, implementando novas estratégias.
Não sou da mesma opinião.
Para se afirmar que este funcionário é um caso perdido, primeiro é necessário que se esgotem todas as possibilidades de conseguir provar o contrário.
Para isso o líder tem que começar por ouvir o funcionário e tentar compreender os motivos que o levam a ter este comportamento, sejam eles: negligencia, falta de motivação ou até mesmo motivos de ordem familiar…, para poder agir em conformidade.
Este mesmo funcionário pode ser extremamente competente e rentável numa outra função dentro do grupo de trabalho a que pertence.
É função do líder perceber quais as tarefas a atribuir aos elementos da sua equipa, para que cada um, individualmente, possa contribuir com o seu melhor desempenho para a concretização dos objectivos comuns do grupo. - Conceicao_Lapa Mar 23, 2011
Cara Conceição Lapa, como debatido na referida aula, também foram colocadas essas questões sobre o caso. O aluno que nos contou o caso e que conhece a pessoa em causa, também nos esclareceu sobre o mesmo. Se fossem motivos familiares, não explicaria atrasos de anos. O senhor já possuía uma certa idade de casa, se não me engano, e tratava-se mesmo de um caso perdido. Mas penso que o colega João Vale seria o mais indicado para lhe mostrar isso. Relativamente a conceder outro cargo, e usando as mesmas palavras que o João, só se fosse para empregado de limpeza, visto já estar num dos últimos cargos da escala hierárquica do Banco. Penso que era caixa. Cumprimentos. - marisinha Mar 24, 2011
Como o caso já era persistente, como os atrasos já eram continuos,o que se gerou aqui? na minha opinião podem-se passar aqui vários cenários. Na altura do debate pusemos em causa a atitude do funcionário, mas se bem me recordo quase no final da sessão colocou-se em causa o líder!! será que o líder estava a lidar da melhor maneira com aquela situação?
Dependendo do papel adoptado pelo líder, seja ele inovador, broker, director, motivador,etc, podemos ter formas diferentes de pensar e de lidar como uma situação como esta! Como o caso dos atrasos era tão repetitivo, porque já não tinha sido posto um travão e avisos ao funcionário? Eu acho que desde o início o líder foi facilitador, flexível, porque permitiu ao colaborador aproximar-se de tal maneira, que este apelou de tal forma aos sentimentos (contando a situação), acabando por dobrar o líder. Imaginado que o líder, até por acaso, também tem familia, compreendeu a situação, mas não deveria ter deixado arrastar-se tanto tempo. O colaborador como viu que conseguiu convencer o líder enquanto era verídica a situação, foi abusando cada vez mais, alegando sempre a mesma justificação. Todos nós temos os nossos problemas e todos nós lidamos de maneira diferente com eles, mas quando estamos numa organização, não nos podemos esquecer que temos mais gente em nosso redor e que essas pessoas podem sofrer consequências com os nossos actos. Para concluir, acho que o líder deveria ter percebido até que ponto a justificação era verídica, porque a equipa e o trabalho dele próprio estava a ser prejudicado, talvez pela preguiça e má gestão familiar de um colaborador. Se este colaborador solicitasse ajuda, acho que o líder (se assim o entendesse) poderia ajudá-lo, aconselhá-lo. Acho que neste caso há realmente um caso perdido, se por parte do colaborador não houver produtividade que justifique o atraso e se a justificação for falsa, só revela a falta de empenho e responsabilidade, valores em défice que de certeza vão em contra ao que o código de conduta do banco exige. - TiagoAlmendra
Esta situação gerou muita controvérsia sem dúvida, pondo em causa a permanência do colaborador na organização e, até, a do líder! Ora perante todos os argumentos do João, que é conhecedor directo da situação, o comportamento do indivíduo tem vindo a ser abusivo, tendo como justificação assuntos familiares. A partir do momento em que existe a necessidade de cumprir um horário, sem que haja a possibilidade de compensar os atrasos, é de grande importância que a tarefa seja desenvolvida por uma pessoa minimamente responsável. O líder tem o dever de saber destacar as pessoas certas para os lugares certos, de modo a que tudo funcione convenientemente, e, simultaneamente, dirigir e transmitir os valores necessários para que os colaboradores sejam levados a fazer o que ele pretende. Nesta situação, o líder questionou o colaborador os motivos pelos seus atrasos tentando, assim, perceber onde e como poderia intervir. No entanto, dado à justificação que recebeu, não conseguiu aplicar nenhuma solução que levasse o colaborador a cumprir com o seu horário de trabalho.
O que está, então, a falhar ?
O líder que não sabe como levar o seu colaborador a cumprir com o horario? (tendo em atenção que há mais colaboradores e que este é o unico desrepeitador)
Ou o colaborador que continua abusando da situação?
Pondo-nos no lugar do líder, qual a margem de manobra à nossa disposição para aplicar variadíssimas estratégias de liderança para que um colaborador deixasse de chegar atrasado? Pessoalmente, no dia do debate considerei a situação "um caso perdido", com o despedimento do colaborador, e mantenho essa posição. Não aceito de modo algum, neste caso, que tenha de haver alterações em relação ao líder. - soniosorio Apr 6, 2011
Realizamos na aula do dia 24/02/2011 um debate com o seguinte tema: "Funcionário que chegava constantemente atrasado". Cada um expressou a sua opinião e, como é lógico, resultaram opiniões diferentes. Aqui ficam algumas das principais ideias do debate.
Conclusão:
Não sou da mesma opinião.
Para se afirmar que este funcionário é um caso perdido, primeiro é necessário que se esgotem todas as possibilidades de conseguir provar o contrário.
Para isso o líder tem que começar por ouvir o funcionário e tentar compreender os motivos que o levam a ter este comportamento, sejam eles: negligencia, falta de motivação ou até mesmo motivos de ordem familiar…, para poder agir em conformidade.
Este mesmo funcionário pode ser extremamente competente e rentável numa outra função dentro do grupo de trabalho a que pertence.
É função do líder perceber quais as tarefas a atribuir aos elementos da sua equipa, para que cada um, individualmente, possa contribuir com o seu melhor desempenho para a concretização dos objectivos comuns do grupo. -
Conceicao_Lapa Mar 23, 2011
Cara Conceição Lapa, como debatido na referida aula, também foram colocadas essas questões sobre o caso. O aluno que nos contou o caso e que conhece a pessoa em causa, também nos esclareceu sobre o mesmo. Se fossem motivos familiares, não explicaria atrasos de anos. O senhor já possuía uma certa idade de casa, se não me engano, e tratava-se mesmo de um caso perdido. Mas penso que o colega João Vale seria o mais indicado para lhe mostrar isso. Relativamente a conceder outro cargo, e usando as mesmas palavras que o João, só se fosse para empregado de limpeza, visto já estar num dos últimos cargos da escala hierárquica do Banco. Penso que era caixa. Cumprimentos. -
Como o caso já era persistente, como os atrasos já eram continuos,o que se gerou aqui? na minha opinião podem-se passar aqui vários cenários. Na altura do debate pusemos em causa a atitude do funcionário, mas se bem me recordo quase no final da sessão colocou-se em causa o líder!! será que o líder estava a lidar da melhor maneira com aquela situação?
Dependendo do papel adoptado pelo líder, seja ele inovador, broker, director, motivador,etc, podemos ter formas diferentes de pensar e de lidar como uma situação como esta! Como o caso dos atrasos era tão repetitivo, porque já não tinha sido posto um travão e avisos ao funcionário? Eu acho que desde o início o líder foi facilitador, flexível, porque permitiu ao colaborador aproximar-se de tal maneira, que este apelou de tal forma aos sentimentos (contando a situação), acabando por dobrar o líder. Imaginado que o líder, até por acaso, também tem familia, compreendeu a situação, mas não deveria ter deixado arrastar-se tanto tempo. O colaborador como viu que conseguiu convencer o líder enquanto era verídica a situação, foi abusando cada vez mais, alegando sempre a mesma justificação. Todos nós temos os nossos problemas e todos nós lidamos de maneira diferente com eles, mas quando estamos numa organização, não nos podemos esquecer que temos mais gente em nosso redor e que essas pessoas podem sofrer consequências com os nossos actos. Para concluir, acho que o líder deveria ter percebido até que ponto a justificação era verídica, porque a equipa e o trabalho dele próprio estava a ser prejudicado, talvez pela preguiça e má gestão familiar de um colaborador. Se este colaborador solicitasse ajuda, acho que o líder (se assim o entendesse) poderia ajudá-lo, aconselhá-lo. Acho que neste caso há realmente um caso perdido, se por parte do colaborador não houver produtividade que justifique o atraso e se a justificação for falsa, só revela a falta de empenho e responsabilidade, valores em défice que de certeza vão em contra ao que o código de conduta do banco exige. -
Esta situação gerou muita controvérsia sem dúvida, pondo em causa a permanência do colaborador na organização e, até, a do líder! Ora perante todos os argumentos do João, que é conhecedor directo da situação, o comportamento do indivíduo tem vindo a ser abusivo, tendo como justificação assuntos familiares. A partir do momento em que existe a necessidade de cumprir um horário, sem que haja a possibilidade de compensar os atrasos, é de grande importância que a tarefa seja desenvolvida por uma pessoa minimamente responsável. O líder tem o dever de saber destacar as pessoas certas para os lugares certos, de modo a que tudo funcione convenientemente, e, simultaneamente, dirigir e transmitir os valores necessários para que os colaboradores sejam levados a fazer o que ele pretende. Nesta situação, o líder questionou o colaborador os motivos pelos seus atrasos tentando, assim, perceber onde e como poderia intervir. No entanto, dado à justificação que recebeu, não conseguiu aplicar nenhuma solução que levasse o colaborador a cumprir com o seu horário de trabalho.
O que está, então, a falhar ?
O líder que não sabe como levar o seu colaborador a cumprir com o horario? (tendo em atenção que há mais colaboradores e que este é o unico desrepeitador)
Ou o colaborador que continua abusando da situação?
Pondo-nos no lugar do líder, qual a margem de manobra à nossa disposição para aplicar variadíssimas estratégias de liderança para que um colaborador deixasse de chegar atrasado? Pessoalmente, no dia do debate considerei a situação "um caso perdido", com o despedimento do colaborador, e mantenho essa posição. Não aceito de modo algum, neste caso, que tenha de haver alterações em relação ao líder. -